O Boletim Focus de 11/02/2022 traz os seguintes números (mediana).
Ainda o mercado projeta dados de fechamento do ano passado como é o caso do IPCA.
A cotação do dólar comercial de venda fechou a semana em R$ 5,51 com queda acumulada de 2% no período.O início da semana foi influenciado negativamente pela repercussão da ata do Fomc (Comitê de Política Monetária do Banco Central americano) apontando alta de juros já para março deste ano e fim dos incentivos fiscais. Também o mercado doméstico repercutiu dados do Boletim Focus que apontaram juros maiores (11,75% x 11,50%) para este ano, o crescimento econômico menor em 2022: 0,28% x 0,36%. Também o mercado ficou de olho na questão fiscal, notadamente nas discussões em torno do reajuste salarial dos servidores públicos federais. Cresce a pressão para que Bolsonaro não reajuste os salários de nenhuma categoria neste ano. Houve reversão no mercado, com bom desempenho do Ibovespa, com investidores tendo mais apetite para ativos de risco, saindo dólar e migrando para renda variável. Preços das ações abaixo do valor justo. Empresas de commodities foram as mais visadas, principalmente Vale e Petrobrás. Na semana passada o presidente do Banco Central, Campos Neto, teve que enviar carta ao Ministério da Economia justificando o não cumprimento da meta de inflação em 2021. A meta era de no máximo 5,25% e o inflação brasileira fechou o ano em 10,06%. Entre os motivos, Campos Neto apontou a alta dos preços das commodities em nível internacional, a crise hídrica no Brasil impactando no preço da energia, e o desequilíbrio entre oferta e procura de inúmeros insumos, incluindo o petróleo. Mantém a previsão de alta nos juros no Brasil.A inflação dos Estados Unidos fechou em alta expressiva para os padrões americanos: 7% em 2021, porém, veio dentro das expectativas do mercado. Livre Bege (ata do Fomc) confirma alta dos juros em março. Tanto o volume de serviços como o desempenho do comércio brasileiro vieram positivos em novembro. Maior alívio para o mercado, à medida que o setor industrial apontou queda no período.Hoje foi divulgado pelo Banco Central brasileiro mais um Boletim Focus. As projeções do mercado (mediana) são as seguintes. Para o IPCA o mercado projeta o índice de 5,09% (a semana passada a projeção era 5,03%). Já para 2023 a projeção é de fechar o ano com inflação em 3,40%. (antes era 3,36%). Para a taxa de juros de virada de ano, o mercado projeta para este ano taxa de 11,75% (sem alteração). Para o ano que vem a projeção é de 8% na virada do ano (sem alteração). Para o PIB o mercado projeta crescimento de 0,29% (era 0,28%) para este ano. Para 2023 a projeção é PIB 1,75% (era 1,70%). Para o dólar comercial de venda a projeção foi mantida para este ano: R$ 5,60 na virada do ano. Para 2023 a previsão é de um dólar de virada de ano em R$ 5,46 (era R$ 5,45).Hoje foram divulgados dados do PIB chinês que fechou 2021 em 8,1%. A Prévia do PIB no Brasil, o IBC-Br veio positivo em 0,69% em novembro do ano passado, acumulando alta em 12 meses de 4,30%. Principais indicadores da semana:3ª. feira: Dados dos Estoques de Petróleo (EUA).4ª. feira: Fluxo Cambial (BRA).5ª. feira: Pedidos de Desemprego (EUA).6ª. feira: Dados do Setor Agrícola (EUA)Destaques da semana: Repercussão da alta de 8,1% do PIB chinês, também do IBC-Br com alta de 0,69% em novembro do ano passado e de olho no movimento grevista dos servidores públicos federais.REINALDO CAFEO – Economista
Ainda o mercado projeta dados de fechamento do ano passado como é o caso do IPCA.
O ambiente econômico atual e o projetado para este ano aponta para inflação ainda elevada.
O poder de nos auxiliar em praticamente todas as tarefas que temos fez de cada smartphone um dispositivo indispensável em nossas rotinas. Hoje em dia, o que quer que precisemos, de contatos a negócios, se tornou imediato e ubíquo, transformando completamente a forma como lidamos com o tempo de que dispomos, com os espaços em […]
Resumo da semana:v Taxa Selic em 10,75% ao ano.